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Tribunais

Estudo do CNJ e do Pnud mapeia pela primeira vez as estruturas de direitos humanos dos tribunais brasileiros

O levantamento do Programa Justiça Plural analisou a organização dessas instâncias, seus fluxos e mecanismos de monitoramento nas Justiças Estadual, Federal e do Trabalho.

CNJ · publicado em 15/09/2026 ·edição de 18/09
Estudo do CNJ e do Pnud mapeia pela primeira vez as estruturas de direitos humanos dos tribunais brasileirosReprodução CNJ

Resumo

O levantamento "Justiça e Direitos Humanos: um panorama das instâncias institucionais nos tribunais no Brasil", do Programa Justiça Plural, parceria entre o Conselho Nacional de Justiça e o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento, mapeou as estruturas internas dos tribunais dedicadas à defesa dos direitos humanos.

Contexto

Foram analisadas a organização dessas estruturas, seus fluxos institucionais, suas formas de atuação e articulação e os mecanismos de planejamento, monitoramento e avaliação adotados pelos segmentos da Justiça Estadual, Federal e do Trabalho.

Argumentos

  • Fachin: com o mapeamento torna-se possível consolidar práticas, coordenar e corrigir rumos.

Fundamento

Para o presidente do CNJ, ministro Edson Fachin, conhecer como os tribunais estão estruturados é condição para fortalecer as políticas judiciárias do tema. Segundo ele, sem esse conhecimento a política judiciária opera no vazio. Fachin situa a atuação do Judiciário na Constituição de 1988 e nos tratados internacionais ratificados pelo país.

Consequência prática

O estudo registra expansão da institucionalidade de direitos humanos no Judiciário e aponta desafios estruturais que limitam sua efetividade.

Por que importa

São essas estruturas que recebem e encaminham demandas de custódia, de população carcerária e de grupos vulneráveis. Saber onde elas existem e como funcionam orienta a quem dirigir representações e pedidos de providências.

Próximos passos

  • Consultar a íntegra do levantamento no portal do CNJ.

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